terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sintepp denuncia juíza Aldecy na Corregedoria do Interior

Postado por: Vereador Edivaldo Santos Hora: 15:50 1 comentário


O Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública do Pará (Sintepp) Subsede Marabá convocou para hoje, terça-feira, 13, a partir de 8 horas, toda a comunidade de Marabá para um ato público em frente ao Fórum, a partir de 8 horas. O objetivo é fazer uma manifestação contra a juíza Maria Aldecy de Souza Pissolati, a quem o sindicato pretende responsabilizar indiretamente pelo caos que se encontra o município atualmente.

 O presidente do Sintepp em Marabá, Wendel Lima Bezerra, informou que convocou todos os filiados, servidores municipais em geral para um grande protesto contra a corrupção e os desmandos na Administração Pública Municipal de Marabá. “Será um ato contra a administração do Maurino, mas queremos focar bem na atuação da juíza (Maria Aldecy), que deveria respeitar a decisão do juiz (César Lins), o qual havia afastado o prefeito. Era uma questão de ética. Com isso, ela deixaria o Tribunal decidir. Essa questão nos causou espanto”, ressaltou Wendel.

Ele informou ainda que ontem mesmo, em Belém, o Sintepp protocolou uma denúncia contra a juíza Maria Aldecy junto à Corregedoria do Interior do Tribunal de Justiça do Estado, “pedindo explicação por que uma juíza é titular em Marabá e está praticamente morando em Brasília, para onde seu marido foi transferido”, questiona o presidente do Sintepp.

Para Wendel Bezerra, essa situação vem atrapalhando a agilidade de processos na 3ª Vara, denunciando que em várias ocasiões a magistrada não trabalha às segundas nem às sextas-feiras, porque estaria em deslocamento no trecho entre Marabá e Brasília. “Toda vez que ela viaja, as coisas acontecem na 3ª Vara. Quando está aqui, travam”, diz. (C.T)

1 comentários:

A manifestação foi válida, porque a magistrada se mostrou alheia ao anseio da Sociedade e a propria lei, quando da aplicação.

O erro do sindicato foi justamente questionar a vida pessoal da servidora pública, fazendo denuncia neste sentido. Bastava verificar se houve sentenças favorecendo o referido mau prefeito, daí julgar sua imparcialidade, agora vida pessoal, apenas demonstra perseguição pela decisão tomada.

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